As fotos da Celma

No começo do ano, eu juntamente com a blogueira Samara Abbud e a maquiadora Claudia Soria fizemos um sorteio em conjunto no Instagram. A sorteada foi a queridíssima Celma Mota. O sorteio seria para um ensaio normal, porém, para a minha supresa, a Celma estava grávida e decidiu que iria fazer um ensaio de gestante. Eu já havia feito um ensaio de gestante uma vez, porém estava de segundo fotógrafo, ou seja apenas aprendendo.

Bom, como eu não sou muito de recuar, missão dada é missão cumprida!

Fizemos as fotos no final de outubro e agora quero mostrar para vocês o resultado final. Eu fiquei muito feliz de poder participar desse momento tão especial.

 

Quem vai nos orientar se fizermos algo errado?

Assistindo Face Off (aquele programa de maquiagens profissionais e efeitos especiais que passa no canal SyFy) me deparo com uma situação em que fiquei refletindo horas até tomar coragem de escrever este texto.

Em um desafio, os participantes do programa deveriam criar um personagem de acordo com um objeto considerado “amaldiçoado”.

Uma participante em especial chamou a minha atenção. Além de criar a maquiagem ela fez um artefato para sua composição.

Em algum momento do programa ela solta um:

Preciso me desafiar. Se não for agora, quando?

De acordo com a própria participante, seria um momento especial. Ela daria um passo a mais em sua jornada dentro do programa. Estava se desafiando a fazer algo especial diferente de tudo o que teria feito até agora. Continuar lendo “Quem vai nos orientar se fizermos algo errado?”

5 motivos para você ler “Poder e Manipulação” de Jacob Petry

Até pouco tempo eu era muito inocente nessa coisa chamada “negociação”, que é quando você conversa com qualquer pessoa e impõe o seu ponto de vista de forma clara.

Há alguns anos fiz o Dale Carnegie (Do famoso Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas), o que me ajudou a me entender como ser humano, e principalmente entender o próximo e valorizar muito as pessoas com quem mais convivo. Entretudo, nada do que li até agora mexeu tanto comigo quanto o livro de Jacob Petry, “Poder & Manipulação”.

Nesse livro o autor destrincha a obra d “O Principe” de Maquiavel, e nos dá um panorama de como e onde podemos aplicar os seus ensinamentos, com muita didática e um linguajar bem afiado, mas tudo bem atual e adaptado ao nosso momento histórico.

Você pode usar o que aprendeu no livro para controlar os seus desejos frente as outras pessoas, ou usar para se defender dos manipuladores e de posse de ferramentas concretas para agir com mais segurança, ousadia e astúcia perante a vida.

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A Leticia e a roda gigante

No mês passado eu fiz um sorteio relâmpago no meu Insta de um pequeno ensaio de fotos na roda gigante do Marco das 3 Fronteiras. A ganhadora foi a jovem Silvia Letícia Sena. Veja algumas fotos:

REGISTRE OS SEUS MOMENTO EM FOZ DO IGUAÇU

Quer voltar de Foz do Iguaçu com incríveis recordações para postar nas redes sociais e guardar por toda a vida? Entre em contato comigo através do WhatsApp (45) 98814-9420 e vamos marcar uma sessão de fotos em Foz do Iguaçu.

Faça fotos em Foz do Iguaçu com um profissional.

Somos bom o suficiente?

É mais fácil falar isso: “Não espere. Faça alguma coisa agora antes que seja tarde demais” ouvindo uma música bem animada (como estou agora), quando se está bem motivado. Mas, ninguém nos vê quando estamos passando por momentos difíceis, quando não queremos sair da cama, porque às vezes o mundo parece desabar na nossa cabeça, ou no momento em que a solidão corrói o nosso coração, mesmo quando estamos cercados de bons amigos.

Bom, eu sempre gosto de ilustrar meus textos e exemplos e vou tomar a liberdade de fazer isso aqui, isso pode tornar as histórias reais.

Esses dias eu chamei uma amiga para sair…tirar umas fotos com outro amigo fotógrafo. Uma querida que eu admiro muito, tanto como amiga quanto profissional de fotografia.

Eu ouvi:

Não estou bem. Não me acho boa o suficiente.

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Templo Budista em Foz do Iguaçu

Você conhece o Templo Budista de Foz do Iguaçu? É um lugar incrível que transmite paz e oferece muita reflexão sobre a cultura oriental, principalmente paciência e tranquilidade.

O local conta com várias representações do Buda incluindo a famosa estátua do Buda da Felicidade, todo sorridente e pomposo.

O Templo Budista de Foz do Iguaçu está localizado na região norte da cidade, no Jardim Califórnia. O espaço é aberto a visitação turística e a entrada é gratuita, de terça a domingo até às 16h30.

Você também pode visitá-lo através do Iguassu City Tour, um passeio panorâmico pela cidade com saídas da Av. Brasil, 106 (Em frente ao hotel Bogari) às 09h e às 14h, de terça a domingo.

Templo Budista em Foz do Iguaçu
Fotos: Garon Piceli | Todos os direitos reservados

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City Tour em Foz do Iguaçu com ensaio fotográfico (Para duas pessoas)

Duração 4h – Localização: pontos turísticos de Foz do Iguaçu

Foz do Iguaçu tem cenários de tirar o fôlego! Quando estamos diante das Cataratas do Iguaçu somos tomados por uma alegria fantástica não é mesmo?

Você já imaginou uma sessão de fotos nas Cataratas, bem como em outros pontos turísticos de Foz?

Bom, eu sou apaixonado por Foz do Iguaçu e sempre fotografei seus atrativos e de um tempo para cá tenho me especializado em fazer retratos de pessoas nesses locais.

Neste serviço exclusivo e inédito em Foz do Iguaçu, você será acompanhado por mim durante 4 horas e poderá ter fotos de qualidade profissional durante o seu passeio.

Confira os roteiros disponíveis e escolha o seu:

  • MANHÃ OU TARDE: City Tour Foz com a empresa Iguassu City Tour. Paradas no Templo Budista, Mesquita Islâmica e Marco das 3 Fronteiras. Saídas às 09h ou às 14h.
  • MANHÃ/TARDE: Parque das Aves + Cataratas do Iguaçu (trilha convencional)
  • TARDE/PÔR DO SOL: Templo Budista + Marco das 3 Fronteiras com Roda Gigante (Pôr do sol) Bônus: Fotos na rua mais bonita do Brasil.
  • TARDE: Itaipu Binacional + Gramadão da Vila A
Foto tirada na roda gigante instalada no Marco das 3 Fronteiras

*Os ingressos dos atrativos não estão inclusos. Continuar lendo “City Tour em Foz do Iguaçu com ensaio fotográfico (Para duas pessoas)”

As fotos da Andressa Costa

No último final de semana tive a honra de fotografar a minha cunhada. Ela é uma garota elétrica, ligada no 220v. Sempre bem disposta a ajudar o próximo e fazer o bem. Uma querida.

A ideia foi imprimir esse estilo nas fotos. Não tinha como ser diferente. Então, fomos atrás do pôr do sol de Foz do Iguaçu. Que é o único momento que eu aceito fotografar.

A Andressa é prova de que para boas fotos e poses, não é necessário ser modelo ou ter experiência com photoshoot. É apenas se entregar ao momento e curtir muito!

Quer ver como ficou o resultado final? Confere ai:

Gostou? Me segue lá no Instagram: instagram.com/garonpiceli

<3

A proposta

Matheus sempre vivia com um livro de baixo do braço. Por onde passava, em qualquer lugar, sentava e mergulhava no universo dos seus personagens. Vivia inventando histórias em sua mente também. Viajava em diversos mundos, dos livros e dos universos que criava. Ele estava tão submerso nos livros que pouco entendia o que estava passando na vida real, que o governo ditatorial de Afonso de Cezar havia abolido os livros de literatura de seu regime e a sua patrulha acabara de chegar no condado onde Matheus vivia.

Certo dia, Matheus chegava na biblioteca de sua escola para pegar mais um livro que imaginava que pudesse passar dias navegando em novas histórias, mas viu um povo meio estranho todos vestidos de um cintilante vermelho, de posse de rifles e incendiares automáticos, colocando fogo em todos os livros.

Uma emoção muito forte tomou conta de Matheus. Algo que ele nunca havia sentido. Era a raiva, ódio e algo que nem ele mesmo conseguia explicar.

A diretora da biblioteca, uma senhora que mantinha as tradições de contação de histórias toda quarta-feira explicou o que estava acontecendo.

Disse que além dos livros, escrever e contar histórias também estavam proibidos, de acordo com o novo decreto de Afonso de Cezar.

– Mas o que podemos fazer para acabar com essa crueldade, Dona Clotilde? – disse o pequeno Matheus.

– Não se pode fazer nada. Eles tem armas e a nova medida do governo é essa, meu jovem. – explicou a voz rouca da senhora.

“Eu não acredito… Existe algo que temos que fazer”, pensou Matheus, sentindo a garganta e o peito apertados.

O pequeno e corajoso jovem então saiu correndo em direção aos capangas do governo ditatorial e soltou um:

– Eu gostaria de me encontrar com o seu comandante! – Matheus exclamou.

– Saia daqui, pequeno. Porém, digo a você que qualquer morador do condado pode se comunicar com nosso general escrevendo uma carta… – Um soldado disse, entregando um pequeno cartão contendo um endereço postal.

Matheus pegou o cartão e sabia o que tinha que fazer. Foi correndo para casa. Ele tinha que ter uma explicação. Não era possível o que estava acontecendo. “Essa barbaridade tem que acabar agora”, pensou.

Matheus pegou então um lápis e uma folha de papel em branco e pôs a escrever. Redigiu 4 folhas – frente e verso. Quando acabou foi logo enviar a correspondência na agência postal que ficava ali, há 3 quadras do orfanato onde morava.

Se passando 3 dias, guardas apareceram na frente da casa de Matheus. O levaram para uma conversa com o grande general.

Em conversa particular. Sem a presença de mais ninguém, Matheus estava firme de suas convicções. Estava confiante e com a cabeça erguida. Era isso mesmo que ele queria.
Em certo ponto da conversa, Afonso de Cezar olhou friamente nos olhos do pequeno e disse:

– Eu reconheço uma boa proposta quando olho para ela. – E ordenou que levassem Matheus do gabinete que fedia a carpete e óleo combustível que mantinha as luminárias acesas.

Os livros voltaram a circular pelas bibliotecas, mas os amiguinhos de Matheus sentem a sua faltam, principalmente para brincar no parquinho todos os dias.

Navegar é preciso; viver não…

Navegar é preciso; viver não é preciso

Quero para mim o espírito [d]esta frase,
transformada a forma para a casar como eu sou:
Viver não é necessário; o que é necessário é criar.
Não conto gozar a minha vida; nem em gozá-la penso.
Só quero torná-la grande,
ainda que para isso tenha de ser o meu corpo e a (minha alma) a lenha desse fogo.