Templo Budista em Foz do Iguaçu

Você conhece o Templo Budista de Foz do Iguaçu? É um lugar incrível que transmite paz e oferece muita reflexão sobre a cultura oriental, principalmente paciência e tranquilidade.

O local conta com várias representações do Buda incluindo a famosa estátua do Buda da Felicidade, todo sorridente e pomposo.

O Templo Budista de Foz do Iguaçu está localizado na região norte da cidade, no Jardim Califórnia. O espaço é aberto a visitação turística e a entrada é gratuita, de terça a domingo até às 16h30.

Você também pode visitá-lo através do Iguassu City Tour, um passeio panorâmico pela cidade com saídas da Av. Brasil, 106 (Em frente ao hotel Bogari) às 09h e às 14h, de terça a domingo.

Templo Budista em Foz do Iguaçu
Fotos: Garon Piceli | Todos os direitos reservados

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City Tour em Foz do Iguaçu com ensaio fotográfico (Para duas pessoas)

Duração 4h – Localização: pontos turísticos de Foz do Iguaçu

Foz do Iguaçu tem cenários de tirar o fôlego! Quando estamos diante das Cataratas do Iguaçu somos tomados por uma alegria fantástica não é mesmo?

Você já imaginou uma sessão de fotos nas Cataratas, bem como em outros pontos turísticos de Foz?

Bom, eu sou apaixonado por Foz do Iguaçu e sempre fotografei seus atrativos e de um tempo para cá tenho me especializado em fazer retratos de pessoas nesses locais.

Neste serviço exclusivo e inédito em Foz do Iguaçu, você será acompanhado por mim durante 4 horas e poderá ter fotos de qualidade profissional durante o seu passeio.

Confira os roteiros disponíveis e escolha o seu:

  • MANHÃ OU TARDE: City Tour Foz com a empresa Iguassu City Tour. Paradas no Templo Budista, Mesquita Islâmica e Marco das 3 Fronteiras. Saídas às 09h ou às 14h.
  • MANHÃ/TARDE: Parque das Aves + Cataratas do Iguaçu (trilha convencional)
  • TARDE/PÔR DO SOL: Templo Budista + Marco das 3 Fronteiras com Roda Gigante (Pôr do sol) Bônus: Fotos na rua mais bonita do Brasil.
  • TARDE: Itaipu Binacional + Gramadão da Vila A
Foto tirada na roda gigante instalada no Marco das 3 Fronteiras

*Os ingressos dos atrativos não estão inclusos. Continuar lendo “City Tour em Foz do Iguaçu com ensaio fotográfico (Para duas pessoas)”

As fotos da Andressa Costa

No último final de semana tive a honra de fotografar a minha cunhada. Ela é uma garota elétrica, ligada no 220v. Sempre bem disposta a ajudar o próximo e fazer o bem. Uma querida.

A ideia foi imprimir esse estilo nas fotos. Não tinha como ser diferente. Então, fomos atrás do pôr do sol de Foz do Iguaçu. Que é o único momento que eu aceito fotografar.

A Andressa é prova de que para boas fotos e poses, não é necessário ser modelo ou ter experiência com photoshoot. É apenas se entregar ao momento e curtir muito!

Quer ver como ficou o resultado final? Confere ai:

Gostou? Me segue lá no Instagram: instagram.com/garonpiceli

<3

A proposta

Matheus sempre vivia com um livro de baixo do braço. Por onde passava, em qualquer lugar, sentava e mergulhava no universo dos seus personagens. Vivia inventando histórias em sua mente também. Viajava em diversos mundos, dos livros e dos universos que criava. Ele estava tão submerso nos livros que pouco entendia o que estava passando na vida real, que o governo ditatorial de Afonso de Cezar havia abolido os livros de literatura de seu regime e a sua patrulha acabara de chegar no condado onde Matheus vivia.

Certo dia, Matheus chegava na biblioteca de sua escola para pegar mais um livro que imaginava que pudesse passar dias navegando em novas histórias, mas viu um povo meio estranho todos vestidos de um cintilante vermelho, de posse de rifles e incendiares automáticos, colocando fogo em todos os livros.

Uma emoção muito forte tomou conta de Matheus. Algo que ele nunca havia sentido. Era a raiva, ódio e algo que nem ele mesmo conseguia explicar.

A diretora da biblioteca, uma senhora que mantinha as tradições de contação de histórias toda quarta-feira explicou o que estava acontecendo.

Disse que além dos livros, escrever e contar histórias também estavam proibidos, de acordo com o novo decreto de Afonso de Cezar.

– Mas o que podemos fazer para acabar com essa crueldade, Dona Clotilde? – disse o pequeno Matheus.

– Não se pode fazer nada. Eles tem armas e a nova medida do governo é essa, meu jovem. – explicou a voz rouca da senhora.

“Eu não acredito… Existe algo que temos que fazer”, pensou Matheus, sentindo a garganta e o peito apertados.

O pequeno e corajoso jovem então saiu correndo em direção aos capangas do governo ditatorial e soltou um:

– Eu gostaria de me encontrar com o seu comandante! – Matheus exclamou.

– Saia daqui, pequeno. Porém, digo a você que qualquer morador do condado pode se comunicar com nosso general escrevendo uma carta… – Um soldado disse, entregando um pequeno cartão contendo um endereço postal.

Matheus pegou o cartão e sabia o que tinha que fazer. Foi correndo para casa. Ele tinha que ter uma explicação. Não era possível o que estava acontecendo. “Essa barbaridade tem que acabar agora”, pensou.

Matheus pegou então um lápis e uma folha de papel em branco e pôs a escrever. Redigiu 4 folhas – frente e verso. Quando acabou foi logo enviar a correspondência na agência postal que ficava ali, há 3 quadras do orfanato onde morava.

Se passando 3 dias, guardas apareceram na frente da casa de Matheus. O levaram para uma conversa com o grande general.

Em conversa particular. Sem a presença de mais ninguém, Matheus estava firme de suas convicções. Estava confiante e com a cabeça erguida. Era isso mesmo que ele queria.
Em certo ponto da conversa, Afonso de Cezar olhou friamente nos olhos do pequeno e disse:

– Eu reconheço uma boa proposta quando olho para ela. – E ordenou que levassem Matheus do gabinete que fedia a carpete e óleo combustível que mantinha as luminárias acesas.

Os livros voltaram a circular pelas bibliotecas, mas os amiguinhos de Matheus sentem a sua faltam, principalmente para brincar no parquinho todos os dias.

Navegar é preciso; viver não…

Navegar é preciso; viver não é preciso

Quero para mim o espírito [d]esta frase,
transformada a forma para a casar como eu sou:
Viver não é necessário; o que é necessário é criar.
Não conto gozar a minha vida; nem em gozá-la penso.
Só quero torná-la grande,
ainda que para isso tenha de ser o meu corpo e a (minha alma) a lenha desse fogo.

Este café em Foz do Iguaçu lembra a casa da Vó

Sabe aquele chá na casa da Vovó? Não tem igual, não é mesmo? Mas algo que pode ser muuuuito parecido e gostosinho é o Chá de Casa, aqui em Foz do Iguaçu.

O ambiente é uma mistura de loja de decoração com café, perfeito para um chá da tarde.

O cardápio é bem diferenciado dos outros cafés da cidade, oferecendo vários tipos de chás quentes e gelados. Tudo é servido em louças, cestinhas incríveis e retrôs super fofas. O atendimento é outro diferencial, super personalizado.


O Chá de Casa fica na Av. Felipe Wandscheer, 2616. Não encontrei o telefone, mas eles têm uma página no Facebook super atualizada. https://www.facebook.com/chadecasafoz

O pôr do sol e a Samara Abbud

Combinar as fotos com a Samara foi mais ou menos assim: “Vamos combinar?”. “Vamos!”. E na mesma semana já estávamos fotografando.

A Claudia Soria assina a make e a produção ficou por conta da Carol Soares.

Nesse post você pode ver as fotos que fizemos durante o pôr do sol, no próximo post eu faço com as fotos noturnas, que ficaram bem legais também.

Eu me surpreendi com o resultado. Está sendo bem legal ver a minha evolução nesse mundo dos retratos. Ainda estou perdido nas edições das fotos, mas me empenho bastante.

Espero que vocês gostem.

Foi super legal fazer essas fotos com a Sa e aprender um pouquinho mais com ela a respeito de poses e direção de fotografia, já que ela tem uma experiência bem bacana como modelo. A Carol também foi uma ótima produtora. Obrigado por me escolher, Sa <3

Hey, também quer fazer uma sessão de fotos assim? Me chama lá no Messenger.

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San Ignacio Mini é um local especial localizado a 250 km de Foz do Iguaçu

No primeiro final de semana de 2018, fomos conhecer as ruínas de San Ignacio Mini, uma das maiores reduções jesuíticas , também chamadas de missões jesuíticas.

Sabe quando você arranja um monte de desculpa para fazer o que realmente quer? Foi assim com San Ignácio, as ruínas ficam pertinho de Foz do Iguaçu, mas sempre fui deixando para trás. Até que um amigo me propôs fazermos uma viagem e eu logo pensei “Vamos para Posadas e damos um pulinho em San Ignacio”. Foi uma surpresa e das boas!


É engraçado, pois quando se chega em San Ignacio, uma pequena cidade do interior da Argentina, parece não haver nada por ali, mas as ruínas ficam bem no meio da cidade, envolta pela mata missioneira.

Existem guias em espanhol e inglês, porém o passeio dentro das antigas reduções pode ser auto guiado. A cada passo que você dê, existem dispositivos que contam as histórias e curiosidades em vários idiomas.

As reduções foram criadas pelos jesuítas em toda a américa, com objetivo de catequizar os índios e formar uma espécie de comunidade, onde brancos e índios viviam em paz.

“O sistema missioneiro buscou introduzir o cristianismo e um modo de vida europeizado, integrando, porém, vários dos valores culturais dos próprios índios”

Para quem curte história, como eu, é um resgate incrível dos acontecimentos de aproximadamente 3 séculos atrás.

Se você está de carro, pegue a Ruta 12 e siga até encontrar a pequena cidade de San Ignacio, que fica pertinho de Foz do Iguaçu. Atenção para os equipamentos de segurança, que são solicitados pelas autoridades argentinas, assim como o seguro carta verde, que pode ser adquirido em Foz do Iguaçu. Existe também um pedágio de 20 pesos argentinos, por isso leve pesos.

Eu recomendo a locadora de veículos Igufoz, que tem ótimos preços com boas coberturas. Nunca se sabe o que pode acontecer, e além de ser obrigatório, é ótimo para se acontecer algo.

O valor da entrada no parque é de aproximadamente R$ 70, mas deve ser pago em pesos argentinos, algo em torno de P$ 300.

A entrada em San Ignacio Mini ainda dá direito a você visitar as outras reduções argentinas em um período de 7 dias. Assim que você acessa o parque, eles dispõem de mapas mostrando a localização das outras ruínas na província de Missiones.  

Em San Ignacio ficamos hospedados na pousada Brizas del Norte. Aconteceram algumas coisas com a reserva e não nos entregaram o quarto Luxo Privado Suíte, que seria uma cabana, mas no fim o quarto era bom e confortável, incluindo uma cozinha grande. O valor da diária foi de aproximadamente R$ 180 + taxas.

A pousada ainda contava com um restaurante anexo, o que facilitou as nossas refeições, e com uma piscina bem gostosa para refrescar os dias quentes missioneiros.

Se você mora em Foz do Iguaçu e região ou está marcando a suas férias na tríplice fronteira, não pode deixar de conhecer as ruínas de San Ignacio Mini. Espero que seja uma grande e boa surpresa para você assim como foi para mim.