Carinho

Entre conversas e risos, me falava de algo, que para muitos, talvez não tivesse significado nenhum. 

Mas qualquer coisa dita com carinho soa de uma forma tão amorosa. 

Levantei, me despedi – umas trezentas vezes, mas não tinha coragem de ir embora.

Sabe quando você precisa – mesmo, ir, mas não quer, porém sente uma necessidade tão grande de ficar.

Os seus braços me contornava de uma forma tão, como posso dizer, carinhosa, e mais que fraternal, um abraço de amor.

“É um pecado deixar alguém na cama sozinho”, me disse.

Publicado por

Garon Piceli

30 anos, dramaturgo e jornalista com especialização em cinema pelo Instituto Nacional de Cine y Artes Audiovisuales de Buenos Aires. Pós ecouton em turismo pela Université Paris Sorbonne. Leia meu livro no Wattpad: https://goo.gl/wQi7Mx Contato: garonphn@gmail.com

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