5 fotos para você usar como proteção de tela

Sempre recebo DM lá no Instagram dos seguidores dizendo que salvam as minhas fotos para usar de protetor de tela. Eu fico super feliz por isso, então, resolvi deixar algumas fotos aqui em uma resolução melhor para vocês usarem a vontade, seja no computador ou celular.

Só clicar na foto para abrir em alta resolução ;)

Roda gigante em Pier Santa Mônica / Califórnia
Theatro Muncipal / Rio de Janeiro
Hollywood, Los Angeles / Califórnia
Cataratas do Iguaçu / Foz do Iguaçu
Golden Gate, San Francisco / Califórnia

O ensaio da Sarah em Godoy Moreira

Que a minha fé te cubra de bênçãos,
desde sempre o teu querido irmão
te quer bem e plena de vigor,
seja este poema apenas
um lembrete do que eu
sinto por você,
é um prazer tê-la
na minha vida,
vida eterna
até ao céu sem fim,
estaremos confiantes
e confidentes,
unidos pelo coração verdadeiro
e cheios de mútua admiração,
quero você comigo
para sempre. ♥
(Poesia de Gustavo Bastos)

Meu primeiro ensaio

Há séculos venho combinando com alguns amigos fotógrafos “Vamos sair qualquer dia desses para tirar umas fotos… Forjar um ensaio… Algo para nos divertir e ver o resultado depois…” Mas nada se concretizava, pois em um final de semana eu tinha compromisso, no outro estaria viajando… E assim o projeto de fotografar alguém ia ficando só no papel.

Mas tudo isso mudou neste domingo, quando aceitei o convite da querida amiga e fotógrafa Carolina Poliane.  Ela estava com um ensaio de uma gestante marcado para fazer no domingo no hotel Panorama aqui em Foz e me convidou. 

Eu aceitei.

Antes de falar sobre a minha experiência no dia, quero apresentar para vocês o trabalho da Carol. Eu tenho acompanhado ela há aproximadamente 1 ano. E tenho visto muito a evolução em seus cliques. Ela tem um trabalho super legal e o que mais me chama atenção é a dedicação artesanal que ela tem na preparação dos acessórios que usa durante o ensaio. Um grande diferencial. E apesar de ser láááá de Itaipulândia, sempre tem uns ensaios marcados em Foz do Iguaçu.

Vocês pode acompanhar o trabalho da Carol na fanpage: https://www.facebook.com/CarolinaPolianeFotografias

Confesso que estava bem inseguro. Uma coisa é fazer as fotos para se divertir, aprender com os erros e tudo mais. Outra coisa é fazer um ensaio de verdade. Fiquei mais na iluminação segurando o rebatedor para a Carol que tirando foto. Não sabia por onde começar, como dirigir a fotografada e nem que cenário escolher. Foi tudo bem constrangedor para mim. 

É neste momento que devo dar o devido valor ao trabalho dos amigos fotógrafos. Pq, olha, não é fácil MESMO!

Em 1h30 de fotos mais ou menos, eu tirei umas 50 ou 60 fotos. Fiquei contente com o resultado de apenas 11 fotos :( AOEIAUHEUAHE

Confere ai algumas fotos do meu dia como fotógrafo:

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E aí… O que acharam?

O “retrô e o futuro” dentro do Instagram

A BANALIZAÇÃO

Outro dia ouvi alguém dizer como o Instagram “banalizou o processo de produção de uma foto”. A partir dessa informação fiquei refletindo sobre o assunto. Em primeiro momento não tive nenhuma argumentação para continuar a conversa. Mas fui para casa, tomei chá, compartilhei mais algumas fotos na rede e por fim, acho que agora tenho uma opinião formada sobre o assunto.

Poderia muito bem contar aqui a velha história que todo mundo está cansado de ouvir, aquela que quando aparece uma novidade sempre vai ter um teórico ou uma velha massa contra. Foi assim com o surgimento da fotografia e o medo dos pintores em perder o emprego de retratista. Mas isso só foi o estopim para o surgimento de outras vertentes artísticas, como o modernismo, por exemplo. O que eu quis dizer é que uma tecnologia não excluiu a outra, só abriu um precedente para que uma outra vertente artística pudesse se destacar.

NOSTALIGIA DEFINE

De acordo com os críticos nostálgicos de plantão, o Instagram – vou usar esta rede como exemplo, porque é a mais usado no momento, mas há várias com o mesmo foco (fotografar, filtrar e compartilhar) – está banalizando a arte de fotografar, pois para se obter a mesma foto que é realizada em 2 ou 3 cliques no iOS ou Android com o sistema analógico demoraria horas ou até dias. Tudo varia, desde a escolha da máquina, lente, flash, filme, papel fotográfico e tipo de revelação. No celular, com alguns toques deslizantes sobre a tela do aparelho, se obtém o mesmo resultado em questão de frações de segundos, e de quebra compartilhada com a internet e estar sujeita a ser visualizada por milhares de pessoas.

Na minha humilde residência visão o Instagram popularizou e facilitou um longo processo. Talvez muitos não tenham nem noção, mesmo, de que todos aqueles filtros são formados por estudos do processo analógico. Existem usuários do Instagram que já nasceram na era da foto digital – não é o meu caso. Mas isso que parece ser um sério problema para os saudosistas de plantão é um grande exemplo da evolução histórica dos processos humanos. Eu enxergo tudo isso como uma metodologia viva e presencial da mudança dos paradigmas. E me sinto lisonjeado por fazer parte dessa passagem.

PARADIGMA E FUTURO

Toda quebra de paradigma está sujeita ao desconforto, e de acordo com os teóricos da modernidade uma quebra de paradigmas acontece a cada 100 anos, porém este tempo pode ter sido avançado com os temas pós-modernos.

Claro que é importante não esquecer o passado, mas é admirável planejar o futuro. E é exatamente ai que o Instagram se localiza tão bem. O ar “retrô”, por muitas vezes nostálgico e sim saudosista fica dentro de uma plataforma totalmente tecnológica, feita não por uma câmera fotográfica, mas por um aparelho multimídiatico contendo uma lente digital e uma infinidade de oportunidades que podem ser finalizadas.

Ps.: Quer saber de onde vem os filtros do Instagram, conheça no infográfico: