A câmera me deu uma nova perspectiva sobre a matéria
Sempre me interessei por todas as áreas da minha profissão. Comecei como repórter, mas logo fui apaixonadamente jogado na cinegrafia, depois na edição. Pesquisei, e desamparado logo estava lá, eu sendo sugado pelos efeitos e transições do Premiere.
Algumas semanas em seguida, pegava a câmera na redação, gravava o off e editava. Porque eu sempre pensei, e penso até este momento, que um bom jornalista tem que conhecer todas as extensões. Do texto a imagem, do crossfade ao off, do lide ao reverso, da passagem a linha fina.
Sabe o motivo de eu pensar assim? Foram os pitacos de ‘grandes’ jornalistas que se diziam bons, todavia que na verdade nunca seguraram um microfone, nunca organizaram suas idéias. E estão aí, sobrevivendo de pitacos.
Lindos, quero mais me aprofundar, vejo que não leio como deveria. Confesso que o último que li sobre jornalismo foi “Não somos racistas” do Ali Kamel, diretor da Central Globo de Jornalismo. O título do livro me atraiu, mas terminei o livro muito intrigado. Realmente, se Kamel mora no Brasil, ele deve enxergar a população do alto do Corcovado.
Estudei alguns anos em rede pública, confesso que não conheço a realidade de outras cidades, mas eu sei que a escada racista ainda existe em escala profissional e educacional.

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