A graça de Hazel

Hazel Grace é a personagem que mais me identifiquei em todos os livros que lí este ano. Ela carrega uma carga de melancolia e depressividade na medida certa. Além disso é viva, inteligente, sagaz e curiosa.

Ela tem me ensinado tantas coisas nessa última semana. Uma de suas melhores reflexões: “Alguns infinitos são maiores que outros…” me fez refletir sobre o valor que damos a nossos relacionamentos.

Eu, por exemplo, sou uma pessoa que me apego de mais e crio muitas expectativas. Na vdd crio uma história infinita com os meus vínculos de amizade, mas tenho aprendido a me limitar neste ilimitado espaço.

Hazel é afiada e tem ótimas sacadas. Não é fechada em seus pensamentos, não esconde o que está sentindo e coloca td para fora, como um vômito.  E talvez esteja aí o nosso pior problema: nos afogar em ressentimentos e mágoas que nós mesmos criamos.

Eu tenho esse problema. Quando vejo algo errado, escondo… E depois fico sentindo lá naquele espacinho entre o coração e o pulmão, onde costuma doer de vez em quando.

Mas é tão fácil falar e colocar para fora os problemas, né?

Espero ter aprendido algo com Hazel Grace e com o relacionamento dela com Augustus Waters. Na vdd aprendi muito com  esse casal perfeito de “A culpa é das estrelas“. <3

Estou aprendendo a falar o que estou sentindo. Hazel Grace, por meio de John Green, tem me ensinado página por página.
Estou aprendendo a falar o que sinto. Hazel Grace, por meio de John Green, tem me ensinado página por página.

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