Muitos renegam a paixão humana sobre os excessos cometidos nos inflados discursos. Há aqueles que se preocupam demasiado com a vírgula, e os que não acentuam direito. Nesses dois casos existe o crítico para realizar o seu papel na sociedade. Regrar excessos e deixar de lado as atitudes que deram certo, na maioria das vezes.

Não é que o papel desses seja desproporcional. Mas aqueles que se destacam de  um monte de porcaria que vemos na internet. É o pensamento fugaz e verdadeiro, de admitir que uma pessoa não pode comentar sobre tudo, até pode, mas existem coisas que não posso me meter, talvez por não ter uma base teórica sobre o assunto em questão.

O crítico precisa ter chão, para cair no ostracismo ou se sustentar na glória. Ser crítico não é adotar uma postura sanguinária de guerra, entre tudo é necessário analisar e dar soluções às palavras que foram comentadas, isso com brilhantismo de ideias.

Não somos uma bolha, mas estamos inseridos nela. Fazemos parte de uma sociedade hipócrita, mas não somos hipócrita, só aceitamos a hipocrisia alheia. Só é preciso refletir para não cometer os erros que, por muitas vezes, já foram cometidos.

Sobre o crítico dos críticos, digo: “você não existe”, ou queira existir, por favor. Seja então para nos ensinar, vê e tudo analisará, desde que tenha olhos de verdade, de humano.

Um comentário em “Sobre o crítico dos críticos

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