Conhecendo as curiosidades de Paris

Estou devendo este post (que deverá ser uma série) desde que voltei de Paris, no final de abril. Mas confesso que desde que cheguei de férias não tive tempo para nada. Muitas coisas pessoais e profissionais se sucederam.

Umas para o meu bem, e outras me colocaram em uma profunda depressão. E quem me conhece há pelos menos 2 anos sabe da minha luta contra esse incrível mal.

Tá bom eu confesso, chorei ao avistar a Torre Eiffeil.

Os dias em Paris foram, como tenho dito a todos que me perguntam, os melhores dias da minha vida. Foi uma viagem incrível, sem nenhum transtorno e obstáculo.

A família que me recebeu na França me deixou muito a vontade e só tenho o que agradecer a ajuda excepcional que me deram.

Vou tentar dividir este post em uma série, pois tem muita informação. Hoje vou tentar falar sobre um dos passeios que eu fiz por lá, o tour por Montmatre, uma região de Paris.

Montmatre – A periferia mais cultural do mundo

Rue Lepic, a mais elevada de Paris. Uma viagem pelo tempo e pela história de Montmatre

Montmatre (Pronuncia-se MON MATRE) hoje é um bairro onde está a maioria dos bares, cabarés e sexshops de Paris, mas por de trás desse estereótipo está escondida muita arte e história.

Eu fiz um tour guiado pela região oferecido pela empresa New Paris Tour e recomendo bastante. A empresa tem vários tours guiados, o mais famoso é o City Tour Free, com saída da Pl. Saint Michael com duração de aproximadamente 4 horas, tudo a pé pelo centro da cidade. (Não perca o próximo post que vou comentar sobre ele)

Voltando ao tour por Montmatre, o passeio começou na frente da StarBucks, próximo a linha de metro Blanche. Saindo do metro eu já dei de cara com o Moulin Rouge, não tem como não lembrar das referências do filme, neste momento eu lembrei da Daline Aguilera, uma super amiga que adora o filme.

Cheguei em cima da hora no local, pois antes eu tinha ido para os jardins de Louxembourg e passei a estação e fui parar no Stade de France, ótimo pois já conheci um dos maiores estádios da Europa, super moderno! Perdido, tive que sair e entrar novamente na estação para voltar para Blanche. Foi uma aventura bem legal. Em Stade de France conheci uma francesa professora de Francês da universidade de Sobourne que foi super gentil e quis saber mais sobre a cultura brasileira. Uns 15 minutos que ficamos conversando eu disse sobre a regionalização, sobre o Amazonas e comentei que o Brasil não é só samba e caipirinha. Foi uma conversa ótima.

Chegando pontuamente em Montmatre, a guia que nos acompanhou se apresentou. Uma colombiana que já mora em Paris há 5 anos por causa da faculdade de artes.

Começamos nosso passeio

Uma das primeiras paradas foi em frente ao bar onde foi gravado o filme Le fabuleux destin d’Amélie Poulain – um filme que fez com que eu enxergasse o mundo de forma totalmente diferente.

Pausa para a emoção.

Corri lá dentro do bar e tirei uma foto, não deu tempo para tomar nem sequer um cafézinho espresso :/.

O filme foi rodado em 2001, e o diretor do filme negociou com o dono do estabelecimento durante 3 anos para poder rodar ali. O que na verdade acontece é que onde o bar está localizado é um lugar bem crítico, é a única rua que dá acesso para os carros até a basílica de Sacre Couer, que fica no topo da elevação. Paris é uma cidade muito plana, mas Sacre Couer foi construída em uma colina e a rua mais íngreme é a rua da cafeteria “Les Des Moulin”, o bar da Amélie.

(Continua)

Um comentário em “Série Paris, je t’aime

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