Em um dia chuvoso de trabalho, quando inesperadamente ficamos sem internet – sendo pressionado pela amiga Mariana Serafini – teci alguns comentários sobre um dos meus autores favoritos. E foi um experimento para o meu primeiro Videocast! Depois de quase um mês ensaiando postar – por vergonha mesmo – decidi começar este novo projeto. Espero que curtam…

ZYGMUNT BAUMAN e o mal-estar

A vida que a humanidade experimentou até hoje está prestes a acabar, ou está apenas evoluindo? Qual é a distância entre a simplicidade e exuberância humana? Qual o significado de se carregar uma identidade? É realmente importante seguir o fundamentalismo religioso?

Todas estas perguntas já foram respondidas por Zygmunt Bauman, um dos sociólogos mais influentes de nosso tempo.

Muito conhecido pelos brasileiros através da obra Amor Líquido (2004), porém super premiado com Modernidade e Holocausto (1989), Bauman é o crítico da pós-modernidade, das relações flexíveis e da insegurança mundial.

Em sua bibliografia que leva o prefixo “Líquido”, o sociólogo explana sobre como a humanidade prefere os relacionamentos em rede, que podem ser tecidos ou desmanchados com facilidade e frequentemente sem que isso envolva nenhum contato além do virtual. Ou seja, crítica como as pessoas não procuram manter laços a longo prazo.

Bauman foi para mim, nos últimos dois anos, um dos pensadores mais importantes. Está definindo o meu modo de pensar e concluir as pessoas a minha volta. O último livro que li foi Vida para Consumo (2008) em que o autor destaca com perspicácia uma verdadeira oculta pela sociedade: a sutil e gradativa transformação dos consumidores em mercadorias. Pessoas que antigamente consumiam, são agora consumidas pela mídia. Bauman examina a conduta consumista em todos os aspectos da vida, principalmente na formação da identidade e produção e uso de conhecimento, principalmente no mundo virtual.

VIDEOCAST #1

Links importantes para conhecer um pouco mais sobre o autor:

Entrevista com o filósofo polonês Zygmunt Bauman para o Fronteiras do Pensamento

‘Nós hipotecamos o futuro’, critica sociólogo polonês

Todos os livros lançados no Brasil pela editora Zahar

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