Canais que acompanho no Youtube

Eu acompanho a Thallen Merlin e gosto muito das coisas que ela sempre compartilha nas redes sociais. É um conteúdo sempre muito interessante que faz a gente abrir um pouquinho a cabeça para temas relevantes. E entre essas coisas que ela compartilha, está o Links da Semana, que é um compilado de informações bacanas sempre sobre o seu olhar olhar suave e delicado.

Eu decidi, então, sendo claramente inspirado na Thallen, trazer um pouco disso aqui para o blog, de forma compartilhar um pouco das coisas que ando vendo.

Nesse primeiro texto, eu quero dividir com vcs 4 canais que ando assistindo no Youtube.

1 – Pinho – Um canal para aprender mais sobre o estilo de vida minimalista.

2 – Nerdwriter – ajuda a gente entender a estética de vários universos cinematográficos e musicais. Tem um texto incrível e uma edição deslumbrante, sem falar no texto de fácil compreensão.

3 – Matt D’Avella – faz parecer ser muito fácil fazer um vídeo bom. As dicas são ótimas e a forma como ele constrói o conteúdo é muito delicado.

4 – Mariana Monteiro – faz ótimas reviews sobre o mundo Apple.

Compartilha comigo também quais são os canais que você anda assistindo. Vou adorar conhecer.

A nossa viagem pela Rota dos Corais entre Alagoas e Pernambuco

Eu sempre fui relutante para viajar para o nordeste brasileiro. Muitos pensamentos passavam pela minha cabeça quando me convidavam para ir ao nordeste. Sabem aquela imagem que passa na TV de uma praia cheia, vendedores ambulantes, cerveja cara, milhares de ônibus da CVC “descendo”nas praias… Enfim, me passava muitas coisas, entre elas:

  • Não é muito caro?
  • Nossa, com esse valor faço uma trip internacional.
  • Praia lotada? Não vou nem aqui nem na China.

Aí as coisas começaram a mudar quando o Everton, que tinha férias agendadas para janeiro, começou a me mostrar alguns roteiros e possibilidades.

Eu olhei para as fotos que me mostrava e pensava: “Isso não é no Brasil. Deve ser no México ou América Central”. Mas não. Era Brasil mesmo. Era Nordeste. Era Alagoas…

Ai, pedi licença no trabalho para viajar em janeiro… Sim janeiro, um mês que tenho pavor de viajar. Aí ascendeu o alerta. Pensei “Nunca que eu vou viajar para o nordeste em janeiro… O mundo deve estar lá”.

Porém, como não tínhamos alternativa, começamos a planilhar nossos dias de JANEIRO no NORDESTE BRASILEIRO.

O que vou relatar neste poste é um roteiro que eu e o Everton montamos sem nenhuma ajuda profissional, apenas assistindo muitos vídeos no Youtube e pesquisando muito na internet, então eu acho que pode te ajudar bastante se você pensa em fazer uma trip bacana pelo nordeste… Na verdade o nordeste é tão grande, então vamos usar: “entre as Alagoas e o Pernambuco, mais especificamente entre Maceió e Recife” pois foi esse cantinho que conhecemos… E olha que não conhecemos nem 10% desse cantinho.

E ah, quer saber o que eu achei da viagem? Só vou contar láááá no final.

PLANEJAMENTO
Montamos um roteiro para aproveitar 6 dias completos e 2 dias apenas de viagem, sendo ao total 8 dias. A nossa viagem completa foi entre os dias 15 a 22.

A primeira coisa que fizemos foi reservamos as passagens aéreas. Achamos bons preços usando o sistema da 123 Milhas. Custou aproximadamente R$ 1000 por pessoa, seno os trechos:

Foz – Maceio/AL
Recife/PE – Foz

Não tivemos nenhum problema comprando com a 123 milhas e conseguimos uma economia de uns 35% em relação as ferramentas oficiais de reserva das cias aéras. Ah, sim… Esqueci de falar que compramos as passagens com a Azul – que descobri – domina o nordeste – aproximadamente 2 meses antes da viagem. Foi raro vermos avião da Gol ou da Latam nos aeroportos.

Total de passagem aérea para 2 pessoas: R$ 2.150 (parcelados em 6x – pois somos filhos de Deus).

Depois das passagens devidamente compradas e parceladas, fomos dar uma pausa… Assistir alguns filmes, comer algumas pizzas e depois voltamos para procurar os hotéis e fazer a separação dos dias e locais.

Então, vou tentar relatar com fotos e textos a ordem cronológica do nosso roteiro.

1 DIA – Chegada em Maceió

Por mais que decidimos ficar em Maceió, chegamos na cidade de tarde, então retiramos o carro na locadora e fomos para o hotel.

Na capital alagoana só conhecemos mesmo a praça do centro da cidade e fomos a feirinha de Pajuçara.

Em Maceió, ficamos hospedados no Cais da Praia. Um hotel a beira da praia muito bem localizado e super confortável.

No outro dia pela manhã, deu tempo apenas de tomar um ótimo café da manhã, e tocar com o Onix para São Miguel dos Milagres…

2 DIA – SÃO MIGUEL DOS MILAGRES ❤️

São Miguel dos Milagres é definitivamente o local onde eu mais tenho boas recordações da viagem. Não que não tenha sido tudo bom, foi tudo ótimo, mas, São Miguel dos Milagres nos mostrou uma face do nordeste que não era nada daquilo que eu imaginava. E isso foi surpreendente.

Para você ter uma ideia logo ao atracarmos na cidade, procuramos um local para comprar uma sunga – e quase não encontramos. Isso dá a dimensão de como lá é um vilarejo ainda pouco explorado. O turismo de massa ainda não chegou e aproveitamos muito bem os dois dias (porém apenas uma noite) que ficamos por lá. Foi tudo incrível.

Praia em São Miguel dos Milagres. Aqui (e no nordeste todo) a dica é ficar de olho na Tábua das Marés e garantir para curtir a praia na maré baixa

Chegando em São Miguel, o Everton já havia feito uma reserva antecipada nos passeios para as piscinas naturais com um jangadeiro da Associação dos Jangadeiros de São Miguel dos Milagres, então fomos direto esperar a saída da jangada.

Para nossa alegria, pegamos a primeira jangada com destino a felicidade. Eu jamais poderia imaginar o que esperaria por nós dois, os únicos na primeira jangada do dia.

Depois do passeio de jangada às piscinas naturais de São Miguel dos Milagres, a gente passou o dia em um receptivo e demos um rolezinho em mais algumas praias da cidade e da região.

O hotel que escolhemos para nos hospedar em São Miguel dos Milagres foi o Peixe do Mato. Foi um lugar que nos encantou e nos surpreendeu facilmente e fez a gente sentir arrependimento de não termos nos programado para ficar mais tempo.

Na manhã do dia seguinte, tomamos café e fomos fazer um tour de bike com o Toninho da Bike em Camaragibe.  O próprio Toninho nos guiou em todo o trajeto com sua simpatia e muito conhecimento da área. Em vários momentos a gente fez paradas para conhecer mais sobre as formações rochosos e ver de perto mariscos.

Com certeza foi um dos passeios mais incríveis que já fiz na vida.

Depois do passeio com o Toninho a gente foi conhecer outras praias em torno e depois pegamos a estrada para Maragogi.

4 DIA – Maragogi

Em Maragogi ficamos hospedados na Pousada das Taieiras, também super bem localizada próximo a praia central.

Maragogi já é uma cidade maior, com supermercados, grandes hotéis e uma boa estrutura. Muito diferente de São Miguel dos Milagres – e é exatamente por isso que gostamos tanto de São Miguel.

A cor da água das praias de Maragogi é simplesmente surreal. Um azul turquesa incrível. Não ao menos, a região é conhecida como a Bora Bora brasileira.

Depois de apenas uma noite em Maragogi, partimos para Ipojuca – que é famosa pela praia de Porto de Galinhas.

5 dia – Ipojuca / Porto de Galinhas

Em Porto de Galinhas, posto que chegamos a noite, aproveitamos para comprar lembrancinhas em um centrinho comercial bem movimentado e ótimos restaurantes. Vale lembrar que agora já estamos em território pernambucano.

Em Porto de Galinhas decidimos ficar 2 noites. Até porque é um dos locais mais visitados do Nordeste, com vários passeios, inclusive passeio de bug (que recomendamos bastante) e das piscinas naturas – que foi o que fizemos.

7 dia – Olinda / Recife

Como fomos por Maceió e voltamos por Recife, decidimos nos hospedar em Olinda, no centro histórico. Então, achamos um hotel que era um antigo casarão transformado em hotel coisa mais linda desse mundo, a Pousada Quatro Cantos. Em Olinda também ficamos duas noites.

Olinda foi outro lugar surpreendente, que pensamos “vamos voltar”. Chegamos de tarde e fomos zapear pelas ruas do centro histórico. Contratamos um guia turístico na praça Alto da Sé e fizemos um walking tour para conhecermos os prédios e igrejas históricas.

No outro dia fomos para Recife onde conhecemos o Museu do Frevo, Museu Cais do Sertão, um museu interativo sobre o homem do sertão e Luiz Gonzaga. Além de conhecermos o Mercado de São José e almoçamos no centro. De tarde fomos para o Instituto Ricardo Brennand.

Dicas

Para aproveitar os dias na sua viagem, a primeira dica é: alugue um carro. Um básico 1.0 já resolve o problema. Locamos com milhas, no Smiles, pagamos apenas os seguros e as taxas de entrega em outra cidade.

É muito importante ficar de olho no que eles chamam de Tábua das Marés, o que identifica a maré alta e baixa. Os passeios para as piscinas naturais só sai na maré baixa, sendo que o nível máximo da maré tolerável para os passeios é 0.6 e quanto mais baixo e próximo de 0 melhor. E se informe sobre as saídas dos passeios, é bom chegar 1,5h antes do horário que a maré estará em seu nível mais baixo.

Se procura por um lugar tranquilo fuja das praias mais conhecidas como Porto de Galinhas e Maragogi – por isso gostamos tanto de São Miguel dos Milagres.

O sol nasce de madrugada, às 05h. Então, aproveite para acordar bem cedinho para curtir o dia todo e conhecer várias praias e locais.

Esse texto está cheio de links importantes. Destaco o passeio de Bug em Ipojuca e o de bicicleta em São Miguel. Compre os passeios em locais credenciados e procure os jangadeiros que fazem parte de alguma associação, contribuindo dessa forma com o turismo legal.

Passe bastante protetor solar, principalmente no primeiro dia – que é o dia que vc está mais propenso a se queimar.

Se eu amei?

No começo eu estava muito receoso. Achava que iria encontrar lugares lotados – bem aqueles lugares que vemos na TV, sabe? Tem mesmo. Em vários lugares encontrávamos, mas é muito mais que só isso. Visitamos lugares lindos, paradisíacos e isso fez muito tudo valer a pena.

Eu amei!

As apostas da Netflix para o Oscar 2020

Está chegando a temporada de filmões na Netflix!

Depois de surpreender a todos levando uma das principais categorias do Oscar 2019 para uma produção original Netflix (Melhor direção para Alfonso Cuáron), a empresa de streaming está vindo com tudo com grandes filmes que entrarão no circuito dos festivais pleiteando indicações entre as maiores produtoras do mundo.

Para ajudar na sua programação, eu fiz uma listinha com os filmes e data de lançamento. Quem disse que não tem filme bom na Netflix, mesmo?

Aproveite…

The Laundromat
Estreia dia 18 de outubro
Filme de Steven Soderbergh

Dolemite Is My Name
Estreia dia 25 de outubro
Com Eddie Murphy

The King
Estreia dia 1 de novembro
Com Timothée Chalamet

The Irishman
Estreia dia 27 de novembro
Filme de Martin Scorsese

Earthquake Bird
Estreia dia 15 de novembro
Filme de Wash Westmoreland (((AINDA SEM TRAILER)))

Marriage Story
Estreia 6 de dezembro
Com Scarlett Johansson e Adam Driver

Klaus
Estreia dia 15 de novembro
ANIMAÇÃO (((AINDA SEM TRAILER)))

I Lost My Body
Estreia dia 29 de novembro
Animação francesa premiada em Cannes dirigida por Jeremy Clapin

Atlantics
Estreia dia 29 de novembro
Filme francês adquirido pela Netflix após o festival de Cannes

The Two Popes
Estreia dia 20 de dezembro
Direção de Fernando Meirelles

5 lições que aprendi visitando o Beto Carrero

No mês passado eu visitei o Beto Carrero. 

Primeiro gostaria de dizer que eu fiquei surpreso com o que presenciei lá. E, como trabalhador na área do turismo, é impossível estar em algum lugar como aquele sem pensar na operação, estrutura e marketing envolvidos. 

Pude aprender muito e quero compartilhar algumas com vocês:

1 – As atrações de shows do parque são incríveis. Estive com meu amigo de trabalho ano passado na Disney e posso dizer que os shows do Beto Carrero são tão bons quanto. Porém, eu achei incrível que o Beto Carrero não usa isso como marketing! Por quê? Qual é o “show” da sua empresa que você não está sabendo explorar? O que a sua empresa tem feito de melhor que vocês podem ganhar mais com isso comercialmente?!

2 – Em comparação com a Disney, falta storytellyng. Eles pecam em não explorar mais o personagem principal, existe até um memorial (uma espécie de museu muito interessante), mas mesmo assim ele poderia ser mais explorado comercialmente, inclusive usar a trilha sonora (a assinatura musical que é incrível) em todo o parque. Qual é o personagem principal da sua empresa? O que faz as pessoas comprarem com você? Se for o seu atendimento, vocês estão sabendo explorando bem esse personagem? 

3 – O parque é organizado, mas falta a disposição dos funcionários em dar o algo a mais, o que eu aprendi lendo o livro “Como criar Magia“: são os 5 minutinhos que parte do elenco dispensa em atenção aos visitantes (elenco é como são chamados os funcionários do parque da Disney). Entendo como isso é importante para criar a experiência. Precisamos envolver nossos funcionários na dinâmica e magia do receber e atender. Lá no Beto Carrero eu entendi porque uma história precisa ser bem contada, aliás não precisa nem ser bem contada, ela precisa ser contada e experimentada. 

4 – O Parque é gigante, talvez até maior que um dos parques da Universal. É tudo muito cenográfico também, mas falta bastante informação para o visitante. Aprendi como disponibilizar informação é importante para um bom aproveitamento do tempo. 

5 – Beto Carrero está ampliando suas parcerias e agora conta com espaço da Dremworks e Hot Wheels, o que deixou o parque mais moderno e atual. Quais são as parcerias que podemos aplicar no nosso negócio que pode nos colocar em outro patamar? 

5 motivos para você ler “Poder e Manipulação” de Jacob Petry

Até pouco tempo eu era muito inocente nessa coisa chamada “negociação”, que é quando você conversa com qualquer pessoa e impõe o seu ponto de vista de forma clara.

Há alguns anos fiz o Dale Carnegie (Do famoso Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas), o que me ajudou a me entender como ser humano, e principalmente entender o próximo e valorizar muito as pessoas com quem mais convivo. Entretudo, nada do que li até agora mexeu tanto comigo quanto o livro de Jacob Petry, “Poder & Manipulação”.

Nesse livro o autor destrincha a obra d “O Principe” de Maquiavel, e nos dá um panorama de como e onde podemos aplicar os seus ensinamentos, com muita didática e um linguajar bem afiado, mas tudo bem atual e adaptado ao nosso momento histórico.

Você pode usar o que aprendeu no livro para controlar os seus desejos frente as outras pessoas, ou usar para se defender dos manipuladores e de posse de ferramentas concretas para agir com mais segurança, ousadia e astúcia perante a vida.

Continuar lendo 5 motivos para você ler “Poder e Manipulação” de Jacob Petry

Recomendo: Um final de semana em Puerto Iguazú

No último final de semana  (feriado em Foz do Iguaçu por conta do aniversário da cidade) fomos passar um final de semana em Puerto Iguazú, a cidade argentina que faz fronteira com Foz do Iguaçu.

Ficamos hospedados no Amerian Portal del Iguazú, um incrível e confortável hotel 5 estrelas com uma linda vista para o encontro dos rios Iguaçu e Paraná e dos 3 países que compõem a tríplice fronteira.

Nem dá para imaginar que um cenário desse, tão lindo, está super pertinho de nós, que moramos aqui em Foz do Iguaçu e região.

O hotel é bem completo com spa, piscinas e restaurantes. Existe também um jardim e um terraço com vista para a tríplice fronteira.

A diária no Amerian (para o quarto com a vista para as 3 fronteiras) custa em média R$ 400 (+ taxas).

A noite, depois de algum tempo até escolhermos o restaurante para a janta, fomos até o Aqva Restaurant, um dos melhores restaurantes de Puerto Iguazú, de acordo com os avaliadores do Trip Advisor.

A sequência de pratos: de entrada, uns pãezinhos com manteiga, salada caesar, e o prato principal a especialidade da casa, bife de chorizo com acompanhamento risoto com mostarda. A nossa conta deu basicamente R$ 230.

Já no domingo, reservamos o dia para visitar o Parque Nacional Iguazú (o Parque Nacional do Iguaçu em território argentino). Na minha visão, é o lado mais bonito do Parque, pois a imersão nas Cataratas é maior e para se fazer todas as trilhas é necessário dois dias.

Como aproveitamos a manhã no hotel, fomos após o almoço ao Parque, então fizemos apenas uma trilha, a mais famosa. Pegamos o trem na estação central que leva até a Garganta do Diabo, nome dado a queda mais famosa das Cataratas do Iguaçu.

A entrada no Parque Iguazú custa P$ 400 para residentes no Brasil + P$ 100 de estacionamento. Só é possível comprar com pesos argentinos na própria recepção do parque.  No segundo dia consecutivo de visita, você ganha 50% de desconto.

Foi um final muito gostoso e relaxante, mesmo estando tão pertinho de casa a gente se sente como se estivesse em uma trip. Recomendo! :D

 

Sobre o processo criativo de “Tudo o que sabemos sobre a escuridão”

Terminei de publicar a primeira parte de “Tudo o que sabemos sobre a escuridão“, meu livro que estou escrevendo lá no Whattpad.

TQSSE é uma distopia singela que nasceu de uma ideia quando terminei de ler A Passagem, um livro sensacional que recomendo muito a leitura. Com referência clara ao livro do Justin Cronin, na personagem Amy, criei uma criança que será o foco de todo a processo da história.

Nestes capítulos, eu fiz uma transição no narrador alternando entre alguns personagens básicos (mãe e avô) e o principal. Algo logicamente adaptado de Game of Thrones.

A história começa forte e doentia. Onde quero deixar claro a origem do pequeno Mateus. Ele é curioso, apaixonado e um pouco tímido. Mas com um turbilhão de coisas que está acontecendo a sua volta, não perde a esperança de que tudo vai melhorar e ele vai atrás disso. junto com o Mimo, o seu gatinho.

Ainda tentei criar alguns cliffhangers, que é um recurso de roteiro para deixar o leitor bem a beira do abismo nos finais de cada capítulo, ou seja, esperando pelo que vai acontecer na próxima página.

Esta primeira parte é pequena, com apenas 6 capítulos, aproximadamente 13.ooo caracteres. Com uma edição meio básica, chega a 10 páginas. Eu sei que ainda é pouco para quem quer escrever mais ou menos 100, mas estou bem confiante com a história e com o que eu já tenho planejado para as próximas partes.

A partir de agora, na segunda parte da história, Mateus começa a encontrar coisas diferentes. E a percepção dele com o mundo é que vai fazer a diferença para o leitor. Pois veremos um mundo em caos pelos olhos de uma criança.

Espero que vocês estejam gostando de “Tudo o que sabemos sobre a escuridão“. Eu gostaria muito de receber algum feedback.

ps.: Obrigado Fábio Déo Garcia e Bruno Confortin pelo apoio e incentivo.

Este documentário fará você mudar a forma como consome moda

Esses dias zapeando no Netflix, como de costume, encontrei um documentário muito tocante. The True Cost é revelador.

Que as grandes corporações estão atrás de mão de obra barata e fazem de tudo para conseguir, isso ai todo mundo tá cansado de saber, até porque é exatamente o conceito do capitalismo. Porém, o que o documentário mostra vai além de um simples conceito político, ele mostra a realidade das pessoas que trabalham em lugares miseráveis para sustentar o nosso “luxo”.

É exatamente isso, as marcas vendem um conceito de exclusividade que ficaremos mais “ricos” comprando mais e mais, contudo o que na verdade é o contrário. Estamos empobrecendo e contribuindo para que cada vez mais sangue seja derramado. Sangue dos trabalhadores que fazem nossas roupas em lugares desprovido de segurança do trabalho. Locais que estão desabando e que já mataram milhares de pessoas. Continuar lendo Este documentário fará você mudar a forma como consome moda

Depois desse vídeo você dará mais atenção à fotografia de um filme

Se tem algo que realmente nos faz prender a atenção no cinema é a fotografia.

O filme pode apresentar um falho roteiro, como no caso de A Árvore da Vida (Terrence Malick, 2011); ou não ter diálogos, como em Gravidade (Alfonso Cuarón, 2015); pode até ser um filme com uma história fraca como Queime depois de ler (Joel and Ethan Coen, 2008); ou ser aquele filme que ficamos completamente deslocados com a história, como Birdman (Alejandro González Iñarritu, 2014). Porém, em todos esses casos, se a fotografia for incrível saímos da sala do cinema deslumbrados com as imagens que nos foi apresentado.

Todos os filmes que eu citei acima foram fotografados pelo mexicano Emmanuel Lubezki, um dos principais profissionais de Hollywood e um dos mais concorridos. Ele foi responsável também pela fotografia incrível de The Revenant (se você já assistiu esse filme, percebeu que a câmera não foca na pessoa que está falando e sim na que está ouvindo. É um ângulo pouco explorado pelos  fotógrafos).

O usuário do Vimeo, Jorge Luengo Ruiz, fez um trabalho incrível ao condensar em um único vídeo as principais tomadas cinematográficas do olhar de Emmanuel Lubezki.

(recomendado assistir em HD)

Tribute to Emmanuel Lubezki from Jorge Luengo Ruiz on Vimeo.

Lubezki não segue muito a regra da proporcionalidade à risca. Ele cria uma linguagem para cada filme. Ele abusa da angulagem e até mesmo colca a câmera de ponta cabeça criando um mundo cinematográfico fascinante! <3

Quanto custou minha viagem para os Estados Unidos

Oi, pessoal

Recentemente eu fiz uma viagem para os Estados Unidos. Eu foi para San Francisco, Las Vegas e Los Angeles. Ao total fiquei 17 dias na terra do Tio San. Foi uma experiência fantástica de imersão em uma cultura totalmente nova.

Depois que voltei muita gente está me perguntando como eu me programei e quantos eu gastei acom toda a trip. Bom, para facilitar para todo mundo resolvi fazer um post bem esclarecedor sobre o tema viajar para os Estados Unidos.

PASSAPORTE

A primeira coisa que você vai precisar para viajar para o exterior é um passaporte válido. Para os Estados Unidos, o documento não precisa ter menos de 6 meses de validade. Ele só não pode vencer no dias que você estiver em solo extrangeiro. O meu vence em fevereiro e eu viajei em novembro. Continuar lendo Quanto custou minha viagem para os Estados Unidos

5 dicas para montar um food truck arrematador!

Na minha coluna deste mês na Revista Sobre Rodas falo sobre um tema super atual em Foz do Iguaçu: Food Trucks.

Eles estão em todos os lugares. No Gramadão da Vila A, na Feirinha da JK, perto da UDC, na República Argentina… E tem alguns ainda que são itinerantes, estão cada dia em um ponto de Foz do Iguaçu.

Eles são criativas, gostosos, econômicos e levam opções gastronômicas para todo mundo. Além do mais, uma alternativa bacana para empreender, já pensou nisso?

Eu andei observando esse movimento e elaborei algumas dicas para quem está decidindo investir nesta área.

1 – Invista no produto. Não precisa ter um cardápio grande, a maioria dos food trucks mais famosos (das capitais) apresentam no máximo 4 produtos. Continuar lendo 5 dicas para montar um food truck arrematador!

Como a economia criativa pode ajudar no ramo da gastronomia

Em alguns países da europa a Economia Criativa é tão importante para o Produto Interno Bruto (PIB) que é considerado ministério.

A gastronomia cresceu muito nos últimos anos e continuará crescendo no Brasil. O principal fator de desenvolvimento socioeconômico, na minha visão, é a geração Y (ou os millennials) chegando na casa dos 30 anos. São jovens que gostam de coisas novas, diferentes e atuais. É a geração que impulsiona a economia criativa.

E ser criativo ao empreender é justamente isso: dar valor ao trabalho – ou proposta – e depender do talento das pessoas que o fazem, e não do tamanho da empresa e da quantidade de capital que ela possui.

Um grande exemplo de empreendedor criativo com um mix de gastronomia em Foz do Iguaçu é o Zeppelin Old Bar. Alguém consegue acreditar que ele ficou no papel por 5 anos esperando investimento? Pois é, um dos principais bares da noite iguaçuense ficou um bom tempo na gaveta de molho. Bom… o bar saiu do papel e o que será que mantém ele de pé já consolidado no mercado?

As novidades, a criatividade e a fidelização ao nicho! São estas características que mantém o bar sempre na ativa e sempre a frente de todos os outros.

Sobre o nicho: é um ponto chave da economia criativa. Vemos um investimento alto e grandes novidades em Foz do Iguaçu. Temos o Europa Bar, o Bad Ass Café e o Amarantha Pub. Consumidores/públicos que estão se destacando na cidade.

Temos visto na região espaços nos quais as conexões, inovações e cultura revelam e valorizam as singularidades locais, em dimensões tão complementares quanto a economia, a cultural, a social, a urbanística e a turística.

Devemos continuar valorizando e apoiando estes espaços, pois este é o futuro onde cada vez mais a geração Y ocupa um maior valor na economia.